Sempre fui uma pessoa que sente muito tudo na vida.
Já falei aqui, sou uma pisciana nata. Me apaixono e desapaixono, sinto necessidade em ajudar e no minuto seguinte já esqueci o que era mesmo o que eu ia fazer... mas quando algo marca de verdade é dificil deixar de lado e fingir que você não passeia mentalmente de vez em quando naquele caminho que você sabe não ter mais volta.
Há alguns meses eu carregava esse peso de sentimentos opostos ao mesmo tempo. Amor seguido de fúria e mágoa. Carinho e raiva. Frustração e satisfação. Praticamente a bipolaridade em duas pernas. O corpo já não aguentava mais sentir sem controlar, esquecer sem ter esquecido.
E então, como que num sonho que quando você acorda e já não lembra o que tinha "visto" há cinco minutos, tudo foi embora. Uma sensação de alívio. Aquela voz no telefone já não faz mais o coração se sentir apertado nas amigdalas e nem os vagalumes se alvoroçarem com um "Oi" despretensioso no msn.
Tem uma hora que o mundo parace parar e te dar 3 segundos pra começar de novo. Os amores que nasceram de dentro de você são mais intensos que as vezes não cabe no peito. Você ama mais sem sofrer por isso e ainda recebe um amor desmedido de volta e agora tudo vale a pena... valeu cada lágrima e cada minuto sem ar quando a pior dor que o coração poderia sentir aparecia...
As cicatrizes estão lá mas não não são mais um peso morto e sim um orgulho. Alguém me disse uma vez que só o tempo tem o poder da cura e hoje, em pé e sã em corpo e alma, eu acredito.
Nenhum pesar é eterno. Nenhuma dor vai te invalidar. Você consegue andar com suas próprias pernas com a força do universo, é só acreditar e sentir.
É até bom quando chega a hora que você para... de sentir.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Tudo por causa de um seriadinho...
Há 2 semanas eu estava na maratona insana de assistir Vampire Diaries pra conseguir acompanhar semanalmente como uma pessoa normal (com um hiato de 4 meses até a próxima temporada). Foi assim com Fringe também. (Honestamente fiquei muito intrigada com o último episódio da terceira temporada).
Seriados são aquela alavanquinha que ligada só mostra o mundo como poderia ser e desligada é simplesmente a vida real. Acho que essa alavanquinha não anda funcionando bem.
Pode ser porque me dedico demais, porque eu precise de um pouco de magia e fantasia na vida pra encarar a vida adulta.
Semana passada andei dormindo muito mal. Pode ser culpa do subconsciente querendo acreditar em vampiros, na existência de um universo paralelo ou de da possibilidade de vida feliz no interior vendendo carros. Uns sonhos macabros surgiam no meio da noite que me fazendo acordar e puxar o cobertor até a cabeça, deixando só a ponta da nariga de fora pra poder respirar lentamente até o coração desencaixar da faringe e voltar pro lugarzinho dele. hahahahah doentio.
Quarta-feira passada foi um dia bizarro desses. Acordei no meio da noite resistindo para não dormir de novo. O sonho era tão real que eu tremia como se fosse a season finale da minha vida. Foi ai que o dia já começou torto.
No ônibus talvez pelo excesso de sono a cabeça doente já começou a me deixar mais paranóica que o normal. Um cara de xadrez com uma mochila imensa ajoelha no meio do corredor da busão e começa a mexer na mala e vejo muitos muitooooos cabos e fios… e a mente começa: “Porque esse tiozinho carrega esse monte de fio? Deve ser técnico de alguma coisa, pode ter roubado uma loja pra instalar um home theater ouuuu ele tem uma bomba.” Coração já vai parar no esôfago bem na hora que o cara abre a janela de cima e volta pra onde ele tava… já pensei: “Pronto, ele precisava de mais oxigênio pra bomba funcionar. Antes que ele tire a mascara de gás da mala eu vou descer nem que seja no meio da rua. Se fosse um evento Fringe só de dar uma repiradela meu pulmão derreteria em 5 segundos.”
No ônibus talvez pelo excesso de sono a cabeça doente já começou a me deixar mais paranóica que o normal. Um cara de xadrez com uma mochila imensa ajoelha no meio do corredor da busão e começa a mexer na mala e vejo muitos muitooooos cabos e fios… e a mente começa: “Porque esse tiozinho carrega esse monte de fio? Deve ser técnico de alguma coisa, pode ter roubado uma loja pra instalar um home theater ouuuu ele tem uma bomba.” Coração já vai parar no esôfago bem na hora que o cara abre a janela de cima e volta pra onde ele tava… já pensei: “Pronto, ele precisava de mais oxigênio pra bomba funcionar. Antes que ele tire a mascara de gás da mala eu vou descer nem que seja no meio da rua. Se fosse um evento Fringe só de dar uma repiradela meu pulmão derreteria em 5 segundos.”
Que pessoa normal tem esse tipo de paranóia? Eu jurava que pra pirar desse jeito eu precisava usar drogas do nível que Raoul Duke usava em “Fear and Loathing in Las Vegas” e me entregar a vida tirana, Manolo.
Heavy Drugs? Que nada! Me vê 3 temporadas de uma série viciante que piro do mesmo jeito! ;)
quarta-feira, 18 de maio de 2011
As breves paixões...
Todo mundo se apaixona pelo menos uma vez na vida. Piscianos como eu tem o dom de se apaixonar desenfreadamente como se fosse um rolo compressor no meio da Avenida Paulista (Provavelmente o cupido é muito pró-ativo).
Ônibus, metrô, lanchonete, cafeteria, balada, elevador... em qualquer lugar um pisciano vai encontrar o "Amor instantâneo" daquele minuto. Ok, amor é too heavy, são apenas breves paixões que movem a vida por 15 minutos e, vez ou outra, por anos e anos...
Lá pelos meus 13/14 anos identificar uma breve paixão era difícil porque pra mim todo skatista que passava do meu lado era o príncipe sobre rodas da minha vida e, assim como hoje (conto no dedos de 1 mão), já imaginava como seria os próximos 10 anos só por causa de um breve sorriso de canto de boca. Aos 15 passei a entender o significado da palavra "PLATÔNICO" e me apaixonava por japas e mestiços como se fosse a raça ariana do coração. Finalmente aos 17 aprendi que uma breve paixão pode ser correspondida (e não dar certo no estilo mais broken heart possível).
Hoje as breves paixões são sinais do Divino de que o coração não para de bater depois de tanta parada cardíaca, pedradas e remendos e ainda pode dar aquela disparada ao avistar um completo estranho (bota estranho - lenhador - nisso) e sobrevive quando não recebe aquela ligação.
Quando você passa de uma certa idade parece que o zodíaco andou cozinhando os peixinhos num caldeirão pra intensificar as suas características românticas/idiotas/doentias e derrama ainda fervennnndo na sua cabeça quando você lê um simples transito astrológico dizendo que hoje é o dia de encontrar o amor da sua vida. No meu caso, leio isso todos os dias.
Agora me dá 5 minutos porque ainda não tive minha breve paixão de hoje.
Ônibus, metrô, lanchonete, cafeteria, balada, elevador... em qualquer lugar um pisciano vai encontrar o "Amor instantâneo" daquele minuto. Ok, amor é too heavy, são apenas breves paixões que movem a vida por 15 minutos e, vez ou outra, por anos e anos...
Lá pelos meus 13/14 anos identificar uma breve paixão era difícil porque pra mim todo skatista que passava do meu lado era o príncipe sobre rodas da minha vida e, assim como hoje (conto no dedos de 1 mão), já imaginava como seria os próximos 10 anos só por causa de um breve sorriso de canto de boca. Aos 15 passei a entender o significado da palavra "PLATÔNICO" e me apaixonava por japas e mestiços como se fosse a raça ariana do coração. Finalmente aos 17 aprendi que uma breve paixão pode ser correspondida (e não dar certo no estilo mais broken heart possível).
Hoje as breves paixões são sinais do Divino de que o coração não para de bater depois de tanta parada cardíaca, pedradas e remendos e ainda pode dar aquela disparada ao avistar um completo estranho (bota estranho - lenhador - nisso) e sobrevive quando não recebe aquela ligação.
Quando você passa de uma certa idade parece que o zodíaco andou cozinhando os peixinhos num caldeirão pra intensificar as suas características românticas/idiotas/doentias e derrama ainda fervennnndo na sua cabeça quando você lê um simples transito astrológico dizendo que hoje é o dia de encontrar o amor da sua vida. No meu caso, leio isso todos os dias.
Agora me dá 5 minutos porque ainda não tive minha breve paixão de hoje.
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Eu odiava vampiros...
Pois é... nunca fui muito fã de vampiros. Lembro que gostava de Vamp, tinha o álbum de figurinhas, depois veio entrevista com o Vampiro (não lembro se antes ou depois). Claro que nessa época eu mal tinha idade pra entender a ideologia vampiristica.
Sei que tava na faculdade ainda e me surge essa onda Crepúsculo-vampiroquebrilhanosol, cada lugas que eu ia alguém tava lendo aquele livro com as mãos segurando a maçã. Nunca me interessei e até então pouco ligava. Até que um dia meu irmão tinha alugado uns filmes e tinha crepúsculo no meio e resolvi assistir junto já que era aaaaa fever! QUE HISTORINHA PORCARIA!
Passei eras odiando todo mundo que vinha falar desse inferno porque pelo amor do santo cristo quem é que vai gostar de um filme horroroso daqueles?
Ok, os efeitos são bacanas, a produção do filme é linda mas o elenco foi escolhido sem critérios né?
Resumindo. Odiava vampiros porque depois disso surgiram séries sobre e todo mundo só falava disso.
Até que esse ano eu resolvi dar a minha cara a tapa e experimentar assistir uma série, Vampire Diaries.
Baixei o primeiro episódio num dia que eu estava vegetando em casa e nada de interessante na tv.
Já tinha visto v´rias chamadas da série na Warner e meio que sabia quem eram os principais. Já viciei no primeiro episódio.
A história não é boring, o elenco (Quem lembra do Stephan como Colin en Everwood levanta a mão \o/) é ótimo e lindo (não tem um feinho, incrível!), as músicas são muitoo boas... Sou só elogios.
Hoje acabo de ver a primeira temporada, começo a segunda em seguida e já to tensa pra Katherine aparecer logo, minha gente!
Sei que tava na faculdade ainda e me surge essa onda Crepúsculo-vampiroquebrilhanosol, cada lugas que eu ia alguém tava lendo aquele livro com as mãos segurando a maçã. Nunca me interessei e até então pouco ligava. Até que um dia meu irmão tinha alugado uns filmes e tinha crepúsculo no meio e resolvi assistir junto já que era aaaaa fever! QUE HISTORINHA PORCARIA!
Passei eras odiando todo mundo que vinha falar desse inferno porque pelo amor do santo cristo quem é que vai gostar de um filme horroroso daqueles?
Ok, os efeitos são bacanas, a produção do filme é linda mas o elenco foi escolhido sem critérios né?
Resumindo. Odiava vampiros porque depois disso surgiram séries sobre e todo mundo só falava disso.
Até que esse ano eu resolvi dar a minha cara a tapa e experimentar assistir uma série, Vampire Diaries.
Baixei o primeiro episódio num dia que eu estava vegetando em casa e nada de interessante na tv.
Já tinha visto v´rias chamadas da série na Warner e meio que sabia quem eram os principais. Já viciei no primeiro episódio.
A história não é boring, o elenco (Quem lembra do Stephan como Colin en Everwood levanta a mão \o/) é ótimo e lindo (não tem um feinho, incrível!), as músicas são muitoo boas... Sou só elogios.
Hoje acabo de ver a primeira temporada, começo a segunda em seguida e já to tensa pra Katherine aparecer logo, minha gente!
A moral da história é: Nunca mais julgo um tema por um filme tosco.
E sim, agora eu gosto de histórias de vampiros. :)
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Eu não sei flertar.
Eu acredito na teoria de que todo ser humano nasce com uma programação completa mas como tempo e a falta de uso alguns aplicativos naturais deixam de funcionar na maneira correta.
Flertar, por exemplo.
Deus! Não existe coisa mais dificil pra mim que flertar. Depois da adolescência e o aparecimnento da miopia e astigmatismo tudo parece tão dificil. Numa balada/boteco/qualquerlugardomundo se estou sem lente e óculos nunca sei se aquele barbudinho está olhando pra mim ou sequer se está de olho aberto (hahahahaha).
Tenho problemas pra flertar e sou aquele tipo de pessoa que se apaixona todos os dias no ônibus (ok, nem todos os dias). Diversas vezes recorro via SMS à minha personal-paquera Gislene Ortega (que pelo título deve flertar melhor que ninguém), mas mesmo com a torpedo-ajuda meu bloqueio de hadware é ainda mais forte.
Pode ser porque de uns anos pra cá meu grau de timidez tenha elevado, meu peso também e a auto-estima estilo estrela-DEcadente junto. Talvez eu precise de umas sessões de terapia ou drenagem linfática, quem sabe?
"Ahhh, pq vc xavecou aquele carinha no MSN". Claro! Qualquer um consegue flertar virtualmente. Quero ver na hora do tete-a-tete, olho no olho e vagalumes alvoroçados no estômago te sufocando. Oooooutros 500.
"Ahhh e aquele dia depois de virar um balde de Brahma?". Bem, com um balde de Brahma eu xaveco até um mendigo. E isso, de fato, é outro assunto. Paquerinha embriagado não é flertar, é xaveco de bêbado! E, convenhamos, todo bêbado xaveca todo mundo.
Qual a sua dica de flerte?
Flertar, por exemplo.
Deus! Não existe coisa mais dificil pra mim que flertar. Depois da adolescência e o aparecimnento da miopia e astigmatismo tudo parece tão dificil. Numa balada/boteco/qualquerlugardomundo se estou sem lente e óculos nunca sei se aquele barbudinho está olhando pra mim ou sequer se está de olho aberto (hahahahaha).
Tenho problemas pra flertar e sou aquele tipo de pessoa que se apaixona todos os dias no ônibus (ok, nem todos os dias). Diversas vezes recorro via SMS à minha personal-paquera Gislene Ortega (que pelo título deve flertar melhor que ninguém), mas mesmo com a torpedo-ajuda meu bloqueio de hadware é ainda mais forte.
Pode ser porque de uns anos pra cá meu grau de timidez tenha elevado, meu peso também e a auto-estima estilo estrela-DEcadente junto. Talvez eu precise de umas sessões de terapia ou drenagem linfática, quem sabe?
"Ahhh, pq vc xavecou aquele carinha no MSN". Claro! Qualquer um consegue flertar virtualmente. Quero ver na hora do tete-a-tete, olho no olho e vagalumes alvoroçados no estômago te sufocando. Oooooutros 500.
"Ahhh e aquele dia depois de virar um balde de Brahma?". Bem, com um balde de Brahma eu xaveco até um mendigo. E isso, de fato, é outro assunto. Paquerinha embriagado não é flertar, é xaveco de bêbado! E, convenhamos, todo bêbado xaveca todo mundo.
Qual a sua dica de flerte?
terça-feira, 26 de abril de 2011
Como é dificil ser Vanessa.
Vez ou outra acordo com aquela sensação de peso na vida que vai além dos kilos extras. Um peso que me faz enxergar o dia 80% black mesmo com um céu 100% cyan sem chamuscados brancos de nuvens.
E o motivo: Uma linda TPM.
Minhas TPM's se resumem em: raivosas, melancólicas, nude e bipolares.
A raivosa nem precisa de explicação... alguém além de mim sofre muito com isso.
A melancólica faz meus olhos marejarem com qualquer coisa. Desde lembrar uma coisa realmente triste ou simplesmente rotineira, como ser esmagada no ônibus.
A nude é aquela levemente despercebida... quase que imperceptivel mas que está lá.
A bipolar é aquela que varia entre a raivosa, melancólica e nude durante um dia inteiro. E é essa que me faz envelhecer 15 anos em 24 horas.
Eu tento ser uma pessoa ponderada, procuro tentar entender que o bode que tenho das pessoas é apenas passageiro e que em 10 dias o mundo vai voltar a me acolher de novo. Mas horas como essas me fazem pensar em coisas que deixei passar durante o último mês ou a última vida.
Coisa de mulherzinha não entrar mais naquela calça 38, por não ter ligado praquele cara pseudo-principe-lenhador por puro orgulho ou medo, por sempre perder o fio da meada nos próprios pensamentos quando olho pros dois lados antes de atravessar a rua. Mas coisa de mulherzinha irritante é sentir raiva a ponto de provocar aquela gastrite adormecida e desejar que o mundo acabe naquele minuto só pra compensar a falta de omeprazol na minha necessaire.
Quem é mulher ou convive tempo suficiente com uma sabe que durante 15 dias do mês ela pode virar o cão ou a depressão em carne e hormônios.
Uma dica: doces trazem alegria instantânea e momentânea. Reclamar de estar gorda depois de se entupir de açúcar faz parte desse processo maldito que Eva nos proporcionou.
Por essas e outras, amigos, eu digo.. Como é dificil ser Vanessa.
Vai um chocolatinho?
E o motivo: Uma linda TPM.
Minhas TPM's se resumem em: raivosas, melancólicas, nude e bipolares.
A raivosa nem precisa de explicação... alguém além de mim sofre muito com isso.
A melancólica faz meus olhos marejarem com qualquer coisa. Desde lembrar uma coisa realmente triste ou simplesmente rotineira, como ser esmagada no ônibus.
A nude é aquela levemente despercebida... quase que imperceptivel mas que está lá.
A bipolar é aquela que varia entre a raivosa, melancólica e nude durante um dia inteiro. E é essa que me faz envelhecer 15 anos em 24 horas.
Eu tento ser uma pessoa ponderada, procuro tentar entender que o bode que tenho das pessoas é apenas passageiro e que em 10 dias o mundo vai voltar a me acolher de novo. Mas horas como essas me fazem pensar em coisas que deixei passar durante o último mês ou a última vida.
Coisa de mulherzinha não entrar mais naquela calça 38, por não ter ligado praquele cara pseudo-principe-lenhador por puro orgulho ou medo, por sempre perder o fio da meada nos próprios pensamentos quando olho pros dois lados antes de atravessar a rua. Mas coisa de mulherzinha irritante é sentir raiva a ponto de provocar aquela gastrite adormecida e desejar que o mundo acabe naquele minuto só pra compensar a falta de omeprazol na minha necessaire.
Quem é mulher ou convive tempo suficiente com uma sabe que durante 15 dias do mês ela pode virar o cão ou a depressão em carne e hormônios.
Uma dica: doces trazem alegria instantânea e momentânea. Reclamar de estar gorda depois de se entupir de açúcar faz parte desse processo maldito que Eva nos proporcionou.
Por essas e outras, amigos, eu digo.. Como é dificil ser Vanessa.
Vai um chocolatinho?
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Já que sou exigente demais...
Há tempos venho pensando no fato de eu não namorar.
As vezes me incomoda pensar que o mundo pode conspirar contra mim de diversas formas, seja me presenteando com uma bela TPM gulosa que me faz ingerir 8900 calorias diárias, o que me faz rolar lentamente como forma de locomoção ou por simplesmente me agraciar com tipicos marmanjos barbados imprestáveis (peguei pesado?NOT) e isso contribuir com o meu grau crônico de solteirice.
Brincadeiras (algumas) a parte, decidi expor minhas exigências que talvez sejam pontos que agravem o status de relacionamento atual.
1º Antes de mais nada o cara tem que entender e aceitar meu status de mãe. Programas de final de semana podem ter Dan incluso no passeio. :)
2º Ter barba é um diferencial que faz ganhar bônus de 1587 pontos.. Pode ser cabeludo, careca, usar peruca ou chapéu. Ter barba bem cuidada anula pelo menos 3 pontos negativos (menos o 1º).
3º Ser um ciumento exagerado me irrita e passo a ignorar a existência depois de algumas crises.
4º Total aceitação às visitas ao sertanejo sem pitis e desconfiança. Se aparecer no sertanejo com barba, camisa xadrez e cantando Evidências eu caso.
5º Sou pisciana. Acredito no romantismo depois de ter provas concretas que ele não é uma invenção da Disney. Pode vir de cavalo branco que não tem problema. ;)
6º Não ter vergonha de ser carinhoso em público. Claro que não precisa ter coragem pra fazer uma loucura de amor com carro alegórico e megafone. Isso é vergonha alheia infinita.
7º Passeios de índio fazem parte de qualquer tipo de relacionamento. Open mind.
8º Tocar algum instrumento agrega um charme ao pacote. Escrever músicas pra mim então... (Ok, isso é importante nem relevante mas... vai que rola?!)
9º Ser criativo na vida. ;)
10º Não ser imaginário. Esse é o ponto maaaais importante.
11º Jamais me trocar por uma cerveja. Me chama que eu vou junto! <3

Agora... nem acho que sou tão exigente. Seletividade é tudo nessa vida.
;)
As vezes me incomoda pensar que o mundo pode conspirar contra mim de diversas formas, seja me presenteando com uma bela TPM gulosa que me faz ingerir 8900 calorias diárias, o que me faz rolar lentamente como forma de locomoção ou por simplesmente me agraciar com tipicos marmanjos barbados imprestáveis (peguei pesado?
Brincadeiras (algumas) a parte, decidi expor minhas exigências que talvez sejam pontos que agravem o status de relacionamento atual.
1º Antes de mais nada o cara tem que entender e aceitar meu status de mãe. Programas de final de semana podem ter Dan incluso no passeio. :)
2º Ter barba é um diferencial que faz ganhar bônus de 1587 pontos.. Pode ser cabeludo, careca, usar peruca ou chapéu. Ter barba bem cuidada anula pelo menos 3 pontos negativos (menos o 1º).
3º Ser um ciumento exagerado me irrita e passo a ignorar a existência depois de algumas crises.
4º Total aceitação às visitas ao sertanejo sem pitis e desconfiança. Se aparecer no sertanejo com barba, camisa xadrez e cantando Evidências eu caso.
5º Sou pisciana. Acredito no romantismo depois de ter provas concretas que ele não é uma invenção da Disney. Pode vir de cavalo branco que não tem problema. ;)
6º Não ter vergonha de ser carinhoso em público. Claro que não precisa ter coragem pra fazer uma loucura de amor com carro alegórico e megafone. Isso é vergonha alheia infinita.
7º Passeios de índio fazem parte de qualquer tipo de relacionamento. Open mind.
8º Tocar algum instrumento agrega um charme ao pacote. Escrever músicas pra mim então... (Ok, isso é importante nem relevante mas... vai que rola?!)
9º Ser criativo na vida. ;)
10º Não ser imaginário. Esse é o ponto maaaais importante.
11º Jamais me trocar por uma cerveja. Me chama que eu vou junto! <3

Agora... nem acho que sou tão exigente. Seletividade é tudo nessa vida.
;)
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